segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

5 anos de aventuras em canoa no sertão



Uma seleção de imagens tiradas ao longo desses cinco primeiros anos de atividades IGARUANA no Vale do Assu, no interior do Rio Grande do Norte.
Fotografia de Tito Rosemberg, Jonathan Green, André Renan e outros...
Trilha sonora de Kevin MacLeod e Guilherme Primata.
www.igaruana.blogspot.com

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

[flipaut! 2013] Coco Zambé de mestre Geraldo na praça de Pipa





Últimos minutos da apresentação do Coco Zambê do Mestre Geraldo na praça de Pipa, durante o 4º festival literário alternativo de Pipa - flipAut! 2013 
filmagem de Bruno Lira 
www.flipaut.org

domingo, 15 de dezembro de 2013

A Ciranda de Zé Martins na Praça do Pescador



Minutos finais do show musical de Zé Martins na Praça do Pescador - Pipa - durante o 4º Festival Literário Alternativo de Pipa - flipAut! 2013 
Banda Fibra de Côco 
Filmagem de Bruno Lira

Coco Zambê do Mestre Geraldo na praça de Pipa





Últimos minutos da apresentação do Coco Zambê do Mestre Geraldo na praça de Pipa, durante o 4º festival literário alternativo de Pipa - flipAut! 2013 
filmagem de Bruno Lira 
www.flipaut.org

sábado, 14 de dezembro de 2013

domingo, 17 de novembro de 2013

flipAut! 2013 - 4° festival literário alternativo de Pipa



O FlipAut! 2013, festival literário Alternativo de Praia da Pipa, na sua quarta edição, é um evento non-profit, sem fins lucrativos, um grande esforço coletivo de boa vontade e disposição, verdadeiro exemplo de cidadania cultural a custo zero. Feito pelos membros da comunidade reunida,  apoiado pela recém criada Secretaria de Cultura municipal e pelos empresários iluminados, o FlipAut! 2013 está confirmando o compromisso de propiciar e vivenciar junto à grande e heterogênea sociedade local/global de Praia da Pipa uma grande festa de contexto literário e cultural!
O FlipAut! nasceu como um circuito paralelo de atividades que decidimos, desde 2010, organizar em concomitância ao festival literário oficial, Flipipa, aproveitando da ocasião para descentralizar os acontecimentos e, sem conflitos com ninguém, colaborar para popularizar a literatura e as belas artes em todas suas formas na nossa cidade.
Este ano também, apesar que o Flipipa foi cancelado,  estamos organizando oficinas e interações varias, lançamento de livros, leituras e bate-papos para adultos e crianças. Vamos resgatar a literatura oral local, potiguar e nordestina, com a presença de contadores de historias populares e muitas vezes desconhecidos. Entre as novidades, estamos lançando nesta edição do FlipAut! 2013 um Concurso de Micro Contos onLine: "Pipa, um paraíso ...em 213 palavras".

Haverá também projeções de vídeos produzidos aqui em Pipa, desConferências, teatro, música ao vivo, feira de livros novos e usados e muitas outras atividades que estimularão os presentes a uma participação ativa e criativa.
Desdé já agradeço todos os que estão colaborando e apoiando este evento. Obrigado.

[Jack dEmilia]

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Soco, soco... bate, bate


Dia de Feira

Além do caminhão de Zé Lopes, dono da mercearia na praça desde 1973, todo domingo por volta das cinco da manhã, saía de Pipa, na frente do estaleiro dele, também o carro de Seu Francisquinho, ambos diretos para a feira de Goianinha. Naquela época, Pipa era completamente diferente, e olhe lá que estou apenas falando de quinze, vinte anos atrás. Foi com a chegada do asfalto que as coisas foram mudando tão rapidamente. Não tinha, como tem hoje, tanta escolha de produtos nas mercearias e outras vendinhas da vila. Nem tantos compradores, claro.
Aos domingos,quem tivesse grana para gastar ou um produto para vender, acordava antes do amanhecer e ia pra Goianinha com o carro-da-feira! Carro mesmo na Pipa tinha muito poucos e o carro-da-feira oferecia por um valor simbólico ida e volta pro povo, que carregasse o que quiser, conforme a disponibilidade de espaço.
Enquanto o céu ia clareando, o pessoal ficava na rua conversando, na expectativa de escutar o motor do caminhão sendo ligado. As vezes um dos filhos de seu Francisquinho, acordado na última hora para substituir o pai, ia dirigindo todo mal-humorado sem nem esquentar um pouco o motor antes de pegar o caminho. A estrada era de terra e toda esburacada, mesmo assim os motoristas pisavam fundo no acelerador o tempo inteiro. Os homens iam equilibrados na borda da caçamba, sempre atentos aos solavancos; as mulheres sentavam-se em cima dos sacos de mercadoria, encostadas à cabine, para não pegar muito vento ou chuva, quando chovia.
No trevo de Sibaúma sempre tinha alguém esperando o carro-da-feira passar. Uma mulher de uma fazenda lá perto, que ia pra Goianinha vender os produtos da terra e comprar as necessidades da semana, incluindo um montão de bolachas e pipoca para a meninada do sítio. De outro local mais distante, vinham uns homens com dois burrinhos, que ficavam esperando na rala sombra de umas árvores a volta dos donos. No meio do caminho subiam outras pessoas, que não sempre ia voltar no mesmo carro. Alguns iam sempre. Outros de vez em quando.
O que nunca eu deixava de comprar na feira, me lembro bem, eram uns dois quilos daquela goma de mandioca bem branquinha pra fazer uma tapioca gostosa e tomar com um café quentinho.
Um morador de Pipa que nunca faltava era Zé de Teresa, quem se lembra dele? Que figura, hein?! Uma vez 'tava todo mundo lá na praça passadas as cinco, Zé Lopes já no volante e nada de Zé de Teresa. O povo ficou até preocupado porque ele nunca atrasava, e decidiram ir chama-lo.
Zé! Zé! Acorda, Zé! Pois Zé estava ainda dormindo mesmo e na pressa de arrumar-se, colocou as calças ao contrario, com a parte da frente para trás. Quando subiu no caminhão, todo mundo reparou, mas ninguém disse nada pois ele estava de cara feia e fechada, recém-acordado aos berros. Mas chegados em Goianinha, alguém criou coragem e falou. Eu nunca vou esquecer a expressão na cara dele. "Vocês ficaram caçoando de mim o tempo inteiro só por isso!?", resmungou ele enquanto descia do caminhão apalpando as calças ainda incrédulo. E foi pra feira de calças viradas mesmo.
Dizem que a vida do pescador de Pipa virou moleza agora que todo barco foi motorizado. Mentira, pessoal. Olha meu barco a vela ali. Eu não troco por nada...     


---
originalmente escrito para a Revista Bora?! 

sábado, 2 de novembro de 2013

flipAut! 2013 - de 3 a 8 de dezembro



4° Festival Literário Alternativo de Pipa 
3 a 8 de dezembro de 2013

sábado, 5 de outubro de 2013

Tapa na cara da Cultura!



A Revista Bora?! esteve presente à Conferência Estadual de Cultura em Natal, sexta 27 de setembro, com dois seus representantes, que não perderam a ocasião para registrar esta declaração de repudio de Marcos Antônio da Silva, diretor do Grupo Arte Viva de Santa Cruz/RN, em relação à desorganização do evento.
André Renan gravou a declaração e Jack d'Emilia editou o vídeo.

HP - A ilha da Pipa

Historia de Pescador
A Ilha da Pipa
(originalmente publicada na Revista Bora?!)

Não é nada não, mas eu quero dizer procê que o que contam por ai aos turistas que vem visitar a Pipa, é uma bela de uma mentira. 
Mentira, sim, minha gente... deixa que eu explico direitinho. 
A Pedra da Pipa, a famosa pedra que, por parecer um barril aos olhos dos navegadores portugueses de quinhentos anos atrás, acabou dando o nome à aldeia indígena que surgia aqui, não existe mais há muito tempo. 
Pedra da Pipa, que nada!  Na verdade, querendo chamar as coisas pelo seu nome, deveríamos prestar mais atenção ao que esta escrito nos livros antigos e identificar a dita pedra como a Ilha da Pipa! Isso mesmo, uma ilha. 
O prof. Francisco Fernandes Marinho, filho de seu Antonio Pequeno, escreveu um livro que é a soma de suas pesquisas sobre a cartografia da Pipa de outrora. Ele consultou todos os livros da época do descobrimento que encontrou no Brasil e, não contente, foi até no Exterior procurar saber mais. 
O prof. Marinho foi à Portugal consultar um mapa de mil - quinhentos e cacetada, que matou a charada e tirou todas as dúvidas. No mapa “Capitanias Hereditárias” de Luís Teixeira, uma ilha está representada na frente de Itacoatisara, a 6º ao sul do Equador. Isto confirmou o que o prof. Marinho tinha lido num livro*: “Do porto de Búzios a Itacoatigara são nove léguas, e este local se chama deste nome por estar em uma ponta dele uma pedra de feição de pipa como ilha, a que o gentio por este respeito pôs este nome, que quer dizer ponta da Pipa". 
Deu pra entender? É o português de 1600. 
Assim, só podemos chegar à conclusão que essa ilha em forma de pipa sucumbiu à erosão e com o tempo sumiu. No começo deve ter sido um promontório que foi com o tempo separando-se do continente até formar uma ilha. O mar, o vento e a chuva fizeram o resto. 
Já nos mapas do século XVII, a ilha não está mais representada. Não é difícil de entender. Tudo dependeu do avanço constante do mar com o passar do tempo. 
Panky sempre conta que a única vez que surfou, pegou uma onda tão grande que o levou da Lajinha até o Lajão. 
Imagina só que ainda uns quarenta anos atrás, a vila caiçara de Pipa estava à beira-mar e não tinha essas falésias de agora: a praia se estendia compacta até onde hoje estão os arrecifes, uns dois metros acima do nível atual. Na vila tinha muitas casas de palha ainda naquela época, mas também um curral de gado para vaquejada e as vendinhas de Dona Juanina e da professora Domitila. 
O mar foi subindo, subindo... e invadiu a vila. 
Os pescadores aos poucos foram morar na rua de cima. 
Tá bom. Outra vez eu conto mais. 

*“Roteiro Geral com largas informações de toda a Costa do Brasil” de Gabriel Soares de Sousa, 1587

sábado, 21 de setembro de 2013

3° Torneio de Xadrez "Praia da Pipa" cat. InfantoJuvenil



Uma seleção de imagens capturadas ao longo do torneio, realizado de 10 a 17 de setembro de 2013 no CEP - Centro Educacional Pipa
Trilha sonora de Kevin MacLeod

terça-feira, 13 de agosto de 2013

CCS - Crazy Cyber Shots



Minha cybershot tomou sangria no lançamento da revista Bora?! e ficou doidinha... ela liga, mas no display aparecem imagens psiquedelicas por alguns segundos e depois tudo escurece!!! Tela preta. Fiquei tristinho, pois essa cybershot já se demonstrou muito útil... mas, praticando o desapego para as coisas materiais, ontem gravei umas imagens mucho lokas e editei este videozinho !!! Rsrsrsrs...
Trilha sonora de Guilherme Primata

quinta-feira, 18 de julho de 2013

domingo, 26 de maio de 2013

Macaquice



35 segundos de vídeo... e tempo indeterminado para meditar sobre quanto os humanos são parecidos aos macacos

sábado, 6 de abril de 2013

The MATRIX is everywhere !!!



Um minuto extraido da pelicula "The Matrix" cheio de significados! ...para refletir sobre muitas coisas que silenciosamente nos escravizaram todo dia!

domingo, 17 de março de 2013

[cibersalao.pipa 2012] Oficina de Stop Motion



Oficina de
STOP MOTION
na
E.M. Vicência Castelo
Pipa - Tibau do Sul, RN

Mais um exemplo das oficinas de STOP MOTION realizadas durante as aulas de Artes ministradas pelo prof. André Renan nas escolas públicas de Pipa e Sibaúma em 2011 e 2012.
A seguir o resultado de um trabalho realizado com um grupo de estudantes da turma do 8º ano da E.M. Vicência Castelo em Pipa sobre o tema das drogas.
Sob a atenta supervisão do professor, os estudantes realizaram passo a passo cada etapa do processo: criação do roteiro, modelagem dos objetos e personagens em cena, montagem do fundo, animação, registro fotográfico, narração e trilha sonora na palma da mão. Apenas a edição final do vídeo foi de exclusiva autoria do prof. André.

Oficina de STOP MOTION na E.M. Vicência Castelo

com o prof. André Renan

e os estudantes:

Marcus Vinicius
Selton
Vitória
Gabriela
Icaro
Felipe
Mauricio
Marcos Antônio

***

trilha sonora
Kevin MacLeod
(www.incompetech.com)

cibersalao.pipa
troca de conhecimento digital
***
cibersalao.blogspot.com